ELAS SUMIRAM DA GLOBO! Ana Paula Arósio, Regina Duarte e outras 18 atrizes tiveram destinos IMPRESSIONANTES — algumas desapareceram dos holofotes por motivos que ninguém imaginava!
Quando a fama desaparece: o destino surpreendente de 20 atrizes que deixaram a Globo e seguiram caminhos que poucos conhecem

Durante décadas, algumas atrizes foram praticamente presença obrigatória na televisão brasileira. Seus rostos estavam nas novelas, nas revistas, nas campanhas publicitárias e nas conversas das famílias. Elas eram reconhecidas nas ruas, recebiam propostas constantemente e pareciam ter uma carreira garantida diante das câmeras. Mas o tempo passou, as prioridades mudaram e, de repente, muitas delas deixaram de aparecer na programação da Globo. O mais curioso é que o afastamento não teve uma única explicação. Algumas escolheram uma vida mais tranquila, outras mudaram completamente de profissão e algumas enfrentaram momentos pessoais delicados. Entre todas, porém, algumas histórias continuam despertando enorme curiosidade.
Mônica Torres é um desses exemplos. Conhecida por trabalhos como Da Cor do Pecado, Salsa e Merengue, Belíssima e A Lei do Amor, ela deixou de aparecer com frequência nas novelas e passou a levar uma rotina muito mais reservada. Atualmente, sua vida se divide entre Portugal e Brasil, longe da exposição constante dos estúdios. Na vida pessoal, Mônica também teve relacionamentos marcantes, incluindo os casamentos com José Wilker e Marcelo Anthony, além da formação de uma família com filhos adotivos. A atriz saiu da vitrine, mas jamais deixou de ser lembrada pelo público.
Outra trajetória curiosa é a de Júlia Almeida, filha do consagrado autor Manoel Carlos. Ela participou de novelas como Por Amor, Laços de Família e Mulheres Apaixonadas, mas decidiu mudar radicalmente de direção. Em vez de continuar perseguindo papéis na televisão, Júlia passou a atuar nos bastidores, envolvendo-se com empreendedorismo, moda sustentável e produção. Sua transformação profissional surpreendeu justamente porque ela tinha uma porta praticamente aberta para continuar na dramaturgia.
Maria Cláudia também acabou seguindo um caminho diferente. Depois de importantes trabalhos na televisão, problemas relacionados às cordas vocais contribuíram para seu afastamento da atuação. Para uma atriz, perder justamente uma ferramenta fundamental do trabalho representava um obstáculo enorme. Ela ainda realizou algumas participações posteriormente, mas nunca recuperou o ritmo intenso de antes. Depois de décadas de carreira e de um longo casamento com o escritor Luís Carlos Maciel, Maria Cláudia passou a viver de maneira muito mais discreta.
Já Simone Carvalho, lembrada principalmente por Tieta, tomou uma decisão ainda mais inesperada. Em determinado momento, percebeu que a fama já não fazia sentido para sua vida e decidiu estudar Teologia. A antiga estrela das novelas passou a dedicar-se à religião e, segundo o relato apresentado no roteiro, chegou a trabalhar com atividades simples, como a venda de doces e salgados, antes de atuar como professora de reforço. É uma história que mostra como uma pessoa acostumada aos aplausos pode escolher conscientemente uma vida completamente diferente.
Eliane Cristina também foi um rosto marcante de diferentes gerações. Depois de trabalhos em produções como A Viagem e a primeira versão de Pantanal, sua presença na televisão foi diminuindo. Ela própria passou a demonstrar maior interesse por espiritualidade e reflexões pessoais. Casada durante décadas com Flávio Galvão, Eliane também enfrentou problemas de saúde, incluindo um AVC, mas continuou produzindo conteúdo na internet. Aos 76 anos, sua relação com a televisão tornou-se muito mais seletiva.
A trajetória de Suzy Camacho ganhou outro capítulo fora dos estúdios. Formada em Psicologia, ela passou a trabalhar com comportamento e relações familiares, além de fazer participações na televisão. Entretanto, seu nome voltou às manchetes após uma disputa envolvendo o patrimônio de seu falecido marido, Farid Curi. O roteiro menciona uma investigação relacionada a um suposto desvio milionário, enquanto a defesa nega as acusações e afirma que Suzy seria vítima de uma disputa familiar envolvendo herança. Assim, sua história passou a misturar psicologia, vida pessoal e uma controvérsia judicial.
Renée de Vielmond, conhecida por trabalhos como Meu Pedacinho de Chão, Barriga de Aluguel, Pátria Minha e Explode Coração, também escolheu abandonar gradualmente a carreira artística. Depois de retornar pontualmente à televisão, decidiu estudar História e encontrou satisfação em uma nova fase profissional. Desde então, manteve uma postura extremamente reservada, aparecendo pouco em eventos e entrevistas.
Carla Camurati tomou outro rumo. Depois de atuar em novelas como Livre para Voar, Fera Radical e Pacto de Sangue, deixou progressivamente a atuação para se dedicar à direção e à produção cinematográfica. Tornou-se uma referência do cinema brasileiro, especialmente após trabalhos como Carlota Joaquina, Princesa do Brazil. Aos poucos, deixou de ser vista como estrela de novela e passou a ser reconhecida por trás das câmeras.
Alexandra Marzo, filha de Betty Faria e Cláudio Marzo, também surpreendeu ao abandonar a rotina da televisão. Depois de participar de Fera Radical, Top Model, Suave Veneno e Mulheres de Areia, afastou-se da atuação a partir do fim dos anos 1990. Estudou roteiro, aproximou-se da espiritualidade e passou a trabalhar como astróloga e palestrante. Sua trajetória, entretanto, também foi marcada por conflitos familiares que chegaram ao conhecimento público.
Outra atriz que marcou uma geração foi Patrícia França. Depois de ganhar enorme destaque em Renascer e protagonizar Sonho Meu, parecia destinada a uma longa trajetória como estrela da Globo. Entretanto, seus trabalhos foram ficando mais espaçados. Ela passou por Malhação, atuou na Record e voltou ao teatro. Hoje, vive uma rotina mais reservada ao lado dos filhos, distante da exposição que marcou sua carreira nos anos 1990.
Maria Zilda encontrou uma maneira diferente de permanecer próxima do público. Durante a pandemia, suas transmissões ao vivo chamaram atenção por comentários diretos sobre televisão e bastidores. As declarações provocaram grande repercussão, mas depois ela decidiu diminuir as polêmicas. Além disso, revelou enfrentar uma doença degenerativa nos olhos. Mesmo longe das novelas, continuou sendo uma personalidade impossível de ignorar.
Daniela Escobar escolheu uma vida internacional. Depois de trabalhos marcantes em O Clone, A Casa das Sete Mulheres, América e Flor do Caribe, mudou-se para Los Angeles. A atriz buscou estudar inglês, trabalhar com voz, desenvolver projetos artísticos e escrever em outro idioma. Sua mudança representa uma das maiores transformações profissionais entre as antigas estrelas da televisão.
Bruna Lombardi também deixou de lado a rotina frenética das novelas. Entre Brasil e Estados Unidos, passou a dedicar-se à escrita, palestras, projetos autorais e temas relacionados a autoconhecimento e bem-estar. Apesar de algumas aparições posteriores na televisão, sua vida atual é muito mais reservada.
Mas talvez nenhuma história tenha despertado tanta curiosidade quanto a de Ana Paula Arósio. Depois de protagonizar trabalhos como Hilda Furacão, Terra Nostra, Esperança e Páginas da Vida, ela simplesmente deixou a televisão após Na Forma da Lei, em 2010. Casada com Henrique Plombon Pinheiro, passou a viver uma vida rural na Inglaterra, cercada por natureza e cavalos. Cada rara aparição sua ainda provoca enorme repercussão.
Regina Duarte, por sua vez, construiu uma das carreiras mais emblemáticas da televisão brasileira. A eterna “namoradinha do Brasil” esteve em novelas como Selva de Pedra, Malu Mulher, Roque Santeiro, Rainha da Sucata e Por Amor. Em 2020, deixou a Globo e assumiu brevemente a Secretaria Especial da Cultura. Hoje, dedica-se principalmente às artes plásticas e à pintura.
E há ainda Lídia Brondi, uma das maiores saudades dos fãs das novelas. Depois de papéis inesquecíveis em Roque Santeiro, Tieta e Vale Tudo, enfrentou crises de pânico e decidiu abandonar os holofotes. Formou-se em Psicologia e passou a atuar em consultório, vivendo uma rotina extremamente discreta ao lado do marido, Cássio Gabus Mendes.
Por fim, Rejane Schumann protagonizou uma das histórias mais dolorosas apresentadas no roteiro. Depois de atuar em produções importantes da televisão, também trabalhou como jornalista, escritora e advogada. Em 2025, seu nome voltou às notícias quando foi encontrada em condições precárias dentro do apartamento onde vivia, durante uma ação relacionada ao resgate de animais. Segundo o relato, os animais tinham alimentação, enquanto ela própria enfrentava dificuldades, mobilizando pessoas para ajudá-la com limpeza, alimentação e cuidados.
No fim, essas histórias revelam algo que a televisão raramente mostra: por trás dos personagens, existe uma vida que continua quando as câmeras são desligadas. Algumas dessas atrizes encontraram novas profissões, outras buscaram espiritualidade, família ou privacidade. Algumas enfrentaram problemas de saúde e dificuldades inesperadas. E outras simplesmente descobriram que a felicidade poderia existir muito longe dos holofotes. Qual dessas histórias mais surpreendeu você?